| ||||||
|
NOSSOS OBJECTIVOS CONSTRUÇÃO DA JUSTIÇA E A PAZ PARA O DESENVOLVIMENTO AUTOSUFIIENTE NA ÁFRICA VIOLENTA A violência no nosso continente não é só criminal mas tamben é complexa e multiformal. Toda a violência é pecado. Esta violência tem a sua causa na combinação da pobreza, cobiça, desespero, egoismo, religião, política et intolerância étnica. O papel de MIEC é para o mundo ser mais pacífico e justo (Não-violência activa)
A violência do Continente Áfricano com as suas pistas das misérias não está longe de ser fatal. È antes uma crise que abre uma janela de oportunidade que nos obriga sempre para reflectir sobre a nossa acção e trabalho de reconstrução duma nova pacifica e justa África, trabalhando numa solidariedade. Leva-nos para a primeira orientação durante o periodo de quatro anos : UMA ACÇÃO NÃO VIOLENTA. Uma acção não violenta, no espirito cívico e evangélico, deve dirigir um comportamento e as maneiras dos nossos membros. Aproximarmos com estas maneiras nós vamos ganhar a luta contra a violência, injustiça nas nossas universidades e sociedades. Por isso MIEC deve contar com a colaboracão das outras organisações com uma obediencia católica, ecumenica ou uma sociedade civil que aconselha uma acção não violenta. A fraze : « se quer a paz prepare-se para guerra » é substituida pela aquela do Papa Paulo VI que diz : « se quer a paz trabalha para justiça ». Como nós podemos promover a cultura de justiça no meio dessa grossas disparidades da equilidade onde nós vivems ? Como nós podemos ser involvidos para melhorar o sistema judicial que possa dar a voz aos que não tem a voz, aos alienados, aos da etnicidade na sua memoria ? Como é que nós podemos ser involvidos na revisão de constituição das nossas universidades e as leis dos nossos países ? Como podemos viver na solidariedade com os alienados do lucro nacional, pessoas sem emprego, trabalhadores sem a moradia, o justo salário e os jóvens excluidos do sistema educativo. O ambiente internaciaonal tem uma influência sobre a vida do nosso continente. O que é que nós sabemos da globalisação da economia mundial, e o que podemos fazer para confrontar os efeitos, beneficios bem como as consequencias para as condições da vida para os Áfricanos ? Estas preguntas desafiam MIEC que é uma organização comprometida, inteiramente dedicada pela promocão de juventude, que é um algo. Tudo isso leva-nos para a segunda orientação i.e. Justiça e a Paz. A democracia na África está estagnada já faz uma década pelo menos. As economias estão caindo e sistemas politicos estão escurecendo cada dia. Os líderes políticos e económicos já não controlam o uso de leme dos seu barco, i.e. O Continente Áfricano. Precisa urgentemente uma nova liderança e uma madrugada responsavel e democrática. Devemos intensificar uma educação cívica para o novo governo. A pergunta critica não é para continuar e acusar o mal funcionamento das nossas instituições, e as autoridades locais, mas antes é uma desafio crítico das suas acções para obter uma formação dum bom governo que é diferente dos outros. Devemos agir numa maneira diferente no ambiente académico e na sociedade. Qualquer auto suficiente desenvolvimento parece ser esquivo e deficil de apanhar na África onde a maioria da população não pode satisfazer as necessidade da base i.e. : uma moradia decente, uma comida rica e suficiente roupa, educação e a saude primária. Com nós membros de MIEC podemos perceber a palavra EVANGELIZAR nessas condições ? Por causa da nossa devisa « Opção de preferência aos pobres », nós não podemos ficar calados quando confrontamos os grupos vulneraveis ex. crianças das estradas, refugiados, pessoas deslocadas dentro do seu país, estudantes e mulheres pobres rurais. Ao contrário, temos que sair duma vida confortavel, e duma fé que não é desafiada. Somos convidados para pensar com os pobres, viver na solidariede com eles, e trabalhar com eles segundo as suas esperanças e opções. Desta forma poderiamos dar o concreto local e realistico caracter para nossa luta para a vinda da Reino de Deus. Trabalhar com os grupos segregados é de facto um dos desafios para o mundo que é a solidariedade. Quando nós confrontamos com as novas formas de alienação temos que descobrir novas maneiras de solidariedade. A pobreza viva no sentido evangelico, já é uma maneira de estar com solidariede com os pobres. (Lc 4, 18-19). Hoje SIDA eu flagelo entre nõs. Principalmente atinge a juventude e em particular as raparigas. SIDA está desafiar os valores Áfricanos e cristãos. Estamos convencidos, que SIDA é antes um problema da sociedade cultura e comportamento do que é um problema da saude. A melhor ajuda que uma pessoa pode dar a juventude em geral e aos membros de MIEC em particular é informar e prestar uma formação devida, assim chamada « doença de século ». Identidade cristã dos membros de MIEC. Os membros de MIEC confundam com as milicias dum clube juvenil ou tenham um identidade especifica e propria ? É dificial fazer uma evaluação por causa do perigo de super-estimação. Os membros de MIEC escolheram para viver os valores humanos e cristãos entre os outros estudantes. Para testemnhar precisamos de ser fortificados com valores cristãos. A formação dos membros de MIEC deve ser reforçada. Os movimentos nacionais que tem programas de formação baseadas na Biblia são apoiados para divulgar as suas experiencias por via de publicação. Alem disso o papel do capelães é importante que oferece uma dimensão espiritual aos estudantes. O tempo para a Doutrina Social da Igreja vai ser concedido durante os próximos quatro anos e descobrir denovo e interrogar a nossa identidade como estudantes cristãos (Lc 4,16-20 ; Es 61,1-3). * * * * * * * * Ao romper do terceiro milenio MIEC-África sonha dum mundo onde o povo viva na solidariedade, justiça, paz e uma vida sem violência. (Apoc 22,1-5). Cada um de nós é convidado para reconstruir este mundo subre a direcção do ESPIRITO SANTO. Nairobi, Maio, 20, 1999 ‘uma aplicação do mandato recebibo de setima Assembleia Pan Africana, Dezembro de 1998. |